Dois anos após as enchentes históricas de 2024, o Governo do Estado do Rio Grande do Sul apresentou um balanço das ações de reconstrução e o fortalecimento de ferramentas tecnológicas de gestão. O Plano Rio Grande, liderado pelo governador Eduardo Leite, já soma R$ 14 bilhões em recursos movimentados através do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs), abrangendo valores pagos, empenhados e aprovados.
O pilar central dessa estratégia é o Mapa Único do Plano Rio Grande (MUP RS), desenvolvido pela Secretaria de Planejamento, Governança e Gestão (SPGG). A ferramenta utiliza dados de satélite e georreferenciamento para identificar áreas atingidas, o que permitiu a automação de pagamentos de auxílios. Entre os programas destacados, o Volta Por Cima distribuiu R$ 257 milhões em auxílios entre 2024 e 2025, enquanto o Pix SOS Rio Grande do Sul destinou R$ 73,6 milhões a 36 mil famílias.
No setor econômico, o programa MEI Calamidade alcançou 31 mil CNPJs com um total de R$ 70,8 milhões. Além disso, o governo lançou o MEI RS Calamidades 2, com previsão de mais R$ 127 milhões para microempreendedores individuais. Segundo a secretária Danielle Calazans, o uso dessas tecnologias representa um legado para a precisão na resposta a desastres e subsidia a Estratégia Integrada de Habitação para a viabilização de novas moradias.
A transparência na aplicação desses bilhões de reais é monitorada pelo Portal da Transparência do Estado, permitindo que o cidadão acompanhe a destinação dos recursos do Funrigs para a reconstrução e prevenção de novos eventos climáticos.
Fonte original:
Estado RS.
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