Segurança em primeiro lugar: como identificar os agentes oficiaisO governo do Estado do Rio Grande do Sul emitiu um alerta importante para os moradores de Bagé e de toda a região da Fronteira Oeste. Devido a relatos de pessoas se passando por Agentes de Desenvolvimento Familiar (ADFs) para realizar visitas domiciliares, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) reforçou os protocolos de identificação que devem ser seguidos pelos profissionais que atuam no Programa Família Gaúcha.Para evitar que famílias bageenses sejam vítimas de golpes, é fundamental observar os itens obrigatórios de identificação dos agentes:Uniforme oficial: O agente deve estar utilizando boné, camiseta, colete ou jaqueta com a identificação do programa.Crachá: Identificação pessoal obrigatória.Veículo oficial: Os agentes utilizam veículos adesivados com os emblemas do Estado do Rio Grande do Sul, do Programa Família Gaúcha e da parceira executora, o Ciee-RS.Caso um suposto agente compareça à residência sem esses itens ou apresente comportamento suspeito, a orientação da pasta é que o cidadão não permita a entrada e entre em contato imediatamente com o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) mais próximo de sua residência, seja no bairro Getúlio Vargas, São Judas, ou qualquer outra unidade de referência no município.O alcance do Programa Família GaúchaLançado em 2025, o Programa Família Gaúcha é uma iniciativa de grande porte voltada ao combate à pobreza e extrema pobreza no Rio Grande do Sul. Com um investimento total de R$ 120.000.000 provenientes do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs), o projeto busca a emancipação social de mais de 10 mil famílias gaúchas.A estrutura do programa conta com:314 Agentes de Desenvolvimento Familiar (ADFs) em todo o Estado.170 unidades de Cras integradas na execução.Ciclo de acompanhamento de 22 meses para cada núcleo familiar.O trabalho dos ADFs, contratados e qualificados pelo Ciee-RS, consiste em atuar junto ao Comitê Local Intersetorial para a elaboração de Planos de Autonomia. O objetivo central é mitigar as vulnerabilidades sociais encontradas em cada domicílio, oferecendo um suporte personalizado que atravessa as esferas municipal e estadual. A meta é que, ao final do período de 22 meses, as famílias atendidas alcancem a autonomia necessária para superar a condição de vulnerabilidade.A Sedes reitera que a presença desses agentes é parte de uma política pública estruturada e que qualquer desvio de conduta ou dúvida sobre a legitimidade da visita deve ser reportada aos órgãos oficiais de assistência social. A segurança das famílias atendidas é um pilar central para o sucesso da iniciativa, que depende da confiança da população nos profissionais que realizam o acompanhamento domiciliar.📄 Informações obtidas via Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) do Rio Grande do Sul. Publicado em 2026-06-10.
Fonte original:
Estado RS.
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