O debate sobre a criação de um adicional de insalubridade para os profissionais de apoio escolar em Bagé entrou em pauta. A proposta visa reconhecer os riscos ocupacionais enfrentados por trabalhadores responsáveis pela limpeza, manutenção e suporte direto aos alunos nas instituições de ensino.
Segundo o levantamento, a rotina desses profissionais envolve exposição constante a agentes biológicos, como vírus e bactérias, além de desafios estruturais como ventilação precária e sobrecarga de tarefas. A medida busca compensar formalmente essas condições, equiparando o tratamento a outras áreas do serviço público.
A implementação da proposta exige critérios técnicos rigorosos para avaliar os níveis de exposição e garantir a sustentabilidade orçamentária do município. O objetivo é reduzir a rotatividade e valorizar a categoria, essencial para o funcionamento das escolas.
O projeto Bagé Transparente reforça que qualquer alteração na folha de pagamento municipal deve ser acompanhada de estudos de impacto financeiro e transparência na aplicação dos recursos públicos, garantindo que a valorização dos servidores ocorra dentro da responsabilidade fiscal.
Fonte original:
Diário de Bagé.
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