Em um movimento estratégico para a revitalização cultural e econômica de Bagé, a Universidade da Região da Campanha (Urcamp), a Associação Comercial e Industrial de Bagé (ACIBA) e o Conselho Bageense da Mulher Empreendedora (Cobame) se reuniram para discutir a possibilidade de reforma do Complexo Cultural do Museu Dom Diogo de Souza.
O encontro, que ocorreu na Urcamp, contou com a presença do reitor, professor doutor Guilherme Cassão Marques Bragança, da residente da Fundação Attila Taborda, professora doutora Mônica Palomino de los Santos, e dos presidentes da ACIBA, Leonardo Nocchi Macedo, e do Cobame, Quélen Kopper. O objetivo central foi avaliar a perspectiva de utilização e a viabilidade de uma campanha de parceria para a restauração do prédio.
O Complexo Cultural sofreu danos significativos durante as tempestades de granizo em setembro de 2023. O reitor Bragança informou que já existe um projeto de restauração, que havia sido submetido a um patrocinador nacional. No entanto, devido à priorização de recursos para municípios afetados por decretos de calamidade pública decorrentes das grandes enchentes de 2024, outras propostas de restauro receberam maior atenção.
Para as lideranças empresariais, a iniciativa é crucial, especialmente após Bagé ter perdido importantes espaços para eventos e interação, como o Clube Comercial. A localização central do Complexo Cultural, com sua infraestrutura, é vista como uma oportunidade para sediar eventos de qualidade, beneficiando diretamente o comércio e a rede hoteleira da cidade, ao eliminar a necessidade de grandes deslocamentos.
As entidades decidiram aprofundar o estudo do tema, focando na elaboração de propostas claras que contemplem orçamentos, cotas de participação e prazos. Novos encontros serão agendados para debater esses pontos e, posteriormente, para a divulgação oficial do projeto de reforma à comunidade bageense.
Fonte original:
Urcamp Bage.
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